Esse azar Massa não merecia.
O brasileiro vinha fazendo uma corrida perfeita na Hungria e caminhava rumo a uma vitória tranqüila quando seu motor estourou a apenas três voltas da bandeirada. A primeira posição caiu no colo de Kovalainen e o finlandês conquistou seu primeiro triunfo na Fórmula 1.
Mas o grande assunto, o grande destaque da corrida foi Massa.
A começar pela largada. Numa manobra de arrojo puro, passou Hamilton de forma decidida. Massa sabia: se ficasse atrás do inglês na largada, não teria a menor possibilidade de vencer a corrida. Hamilton, tendo mais a perder do que o brasileiro, não quis forçar a barra e resolveu esperar pelos acontecimentos.
Massa assumiu a ponta e impôs um ritmo surpreendente. A briga pelo primeiro lugar foi um duelo feroz entre ele e Hamilton. Até que um pneu furado comprometeu a prova do inglês, logo antes da segunda rodada de paradas.
Mesmo sem o azar de Hamilton, entretanto, Massa provavelmente venceria do mesmo jeito.
Pena que o motor pôs tudo a perder. E Kovalainen - logo ele, o piloto que vinha sendo o mais azarado do ano - herdou a ponta e venceu pela primeira vez na carreira. Triunfo de pura sorte, do tipo que Massa conquistou na França, por exemplo.
Fórmula 1 é assim. Por mais previsível que possam parecer, as corridas sempre guardam surpresas.
No fim das contas, os grandes sortudos foram os finlandeses. Além do vencedor Kovalainen, Raikkonen também saiu - e muito - no lucro. O atual campeão estava num daqueles dias burocráticos, mas acordou na parte final da prova. Fez a volta mais rápida, para variar, só que não foi capaz de ir além de segundo lugar.
Ficou atrás de Glock, outro grande nome do dia.
Pelo visto, a batida em Hockenheim fez bem ao alemão. Neste GP da Hungria, conseguiu nada menos do que o melhor resultado da história da Toyota, igualando dois segundos lugares de Trulli em 2005. Pode-se dizer, com certa segurança, que Glock pode ter garantido seu emprego para 2008 neste domingo. Mas é sempre bom esperar.
A Renault, finalmente, parece que pegou no tranco. Fez pontos com os dois pilotos. Performance combativa de Alonso e atuação consistente de Nelsinho. Passou a Red Bull no Mundial de Construtores e vai brigar pelo quarto lugar com a Toyota.
Sobre Hamilton, um comentário adicional: as conhecidas fritadas no pneu dianteiro esquerdo provaram que podem custar caro. É bom o inglês resolver esse problema ou pode voltar a sofrer com furos nas próximas corridas.
Discretinho, lá na rabeira da zona de pontuação, Kubica salvou um ponto para a BMW. Muito pouco para piloto e equipe que já lideraram campeonato.
E Rubinho, coitado, começou bem a corrida mas perdeu uma eternidade nos boxes. Aliás, o dia foi de trapalhadas no pit lane.
Que o digam Bourdais e a Toro Rosso...
Agora, a Fórmula 1 se prepara para a novíssima pista de Valência. Quem leva a melhor? Em tese, a McLaren e Hamilton. Mas, num campeonato marcado por tantas bobagens e lances de sorte inacreditáveis, é muito difícil prever qualquer coisa.
Logo mais, o Blog volta com as notas do GP da Hungria e o resultado do Palpitão.
O brasileiro vinha fazendo uma corrida perfeita na Hungria e caminhava rumo a uma vitória tranqüila quando seu motor estourou a apenas três voltas da bandeirada. A primeira posição caiu no colo de Kovalainen e o finlandês conquistou seu primeiro triunfo na Fórmula 1.
Mas o grande assunto, o grande destaque da corrida foi Massa.
A começar pela largada. Numa manobra de arrojo puro, passou Hamilton de forma decidida. Massa sabia: se ficasse atrás do inglês na largada, não teria a menor possibilidade de vencer a corrida. Hamilton, tendo mais a perder do que o brasileiro, não quis forçar a barra e resolveu esperar pelos acontecimentos.
Massa assumiu a ponta e impôs um ritmo surpreendente. A briga pelo primeiro lugar foi um duelo feroz entre ele e Hamilton. Até que um pneu furado comprometeu a prova do inglês, logo antes da segunda rodada de paradas.
Mesmo sem o azar de Hamilton, entretanto, Massa provavelmente venceria do mesmo jeito.
Pena que o motor pôs tudo a perder. E Kovalainen - logo ele, o piloto que vinha sendo o mais azarado do ano - herdou a ponta e venceu pela primeira vez na carreira. Triunfo de pura sorte, do tipo que Massa conquistou na França, por exemplo.
Fórmula 1 é assim. Por mais previsível que possam parecer, as corridas sempre guardam surpresas.
No fim das contas, os grandes sortudos foram os finlandeses. Além do vencedor Kovalainen, Raikkonen também saiu - e muito - no lucro. O atual campeão estava num daqueles dias burocráticos, mas acordou na parte final da prova. Fez a volta mais rápida, para variar, só que não foi capaz de ir além de segundo lugar.
Ficou atrás de Glock, outro grande nome do dia.
Pelo visto, a batida em Hockenheim fez bem ao alemão. Neste GP da Hungria, conseguiu nada menos do que o melhor resultado da história da Toyota, igualando dois segundos lugares de Trulli em 2005. Pode-se dizer, com certa segurança, que Glock pode ter garantido seu emprego para 2008 neste domingo. Mas é sempre bom esperar.
A Renault, finalmente, parece que pegou no tranco. Fez pontos com os dois pilotos. Performance combativa de Alonso e atuação consistente de Nelsinho. Passou a Red Bull no Mundial de Construtores e vai brigar pelo quarto lugar com a Toyota.
Sobre Hamilton, um comentário adicional: as conhecidas fritadas no pneu dianteiro esquerdo provaram que podem custar caro. É bom o inglês resolver esse problema ou pode voltar a sofrer com furos nas próximas corridas.
Discretinho, lá na rabeira da zona de pontuação, Kubica salvou um ponto para a BMW. Muito pouco para piloto e equipe que já lideraram campeonato.
E Rubinho, coitado, começou bem a corrida mas perdeu uma eternidade nos boxes. Aliás, o dia foi de trapalhadas no pit lane.
Que o digam Bourdais e a Toro Rosso...
Agora, a Fórmula 1 se prepara para a novíssima pista de Valência. Quem leva a melhor? Em tese, a McLaren e Hamilton. Mas, num campeonato marcado por tantas bobagens e lances de sorte inacreditáveis, é muito difícil prever qualquer coisa.
Logo mais, o Blog volta com as notas do GP da Hungria e o resultado do Palpitão.




